O ativismo na internet existe desde os anos 1990, com o nascimento da internet a qual entendemos hoje, e se espalhou pelo mundo todo. Além de ser uma forma de expor suas opiniões, o ciberativismo é um modo de contrapor as opiniões da mídia de massa tradicional, já que é quase sempre independente e sem visar o lucro. Recentemente, um dos maiores nomes do ciberativismo, Julian Assange, abalou o mundo com o seu WikiLeaks. Nascido na Austrália, Assange teve acesso e publicou abertamente documentos oficiais de embaixadas, principalmente, estadunidenses ao redor do mundo. Hoje Assange está refugiado na embaixada do Equador, em Londres. Hoje é tido como um grande exemplo de ciberativista que luta pela liberdade de expressão e informação.
Em sua primeira publicação, datada de 14 de fevereiro de 2014, expõe de forma inteligente, crítica e, surpreendentemente, irônica qual é a linha editoria e do que a "Guerrilha" é feita. No texto de sua linha editorial, os guerrilheiros indicam um filme sobre o Zapatismo, um livro sobre Carlos Marighella e o CD "Guerrilha Verbal" do rapper Black Allien, mostrando assim, qual é o direcionamento que o grupo dará no seu ativismo e em sua ideologia. Também é citado o nome do jornalista Vladimir Herzog, assassinado durante a ditadura militar.
O ativismo, conforme conhecemos ao longo da história, continua ativo, perdoando o pleonasmo. Ele se modifica conforme as tecnologias avançam, evolui junto à sociedade, mas sempre está presente e lutando pelos seus ideais e valores! Que iniciativas assim se espalhem, por uma sociedade mais popular e independente!
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